{"id":17122,"date":"2022-05-03T15:56:01","date_gmt":"2022-05-03T14:56:01","guid":{"rendered":"https:\/\/palavras27.oeiras.pt\/?post_type=mec-events&#038;p=17122"},"modified":"2022-05-03T16:01:54","modified_gmt":"2022-05-03T15:01:54","slug":"a-desorientacao-da-harpa-roubada","status":"publish","type":"mec-events","link":"https:\/\/palavras27.oeiras.pt\/?mec-events=a-desorientacao-da-harpa-roubada","title":{"rendered":"A Desorienta\u00e7\u00e3o da Harpa Roubada"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Com curadoria de Miguel Martins.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A viagem labir\u00edntica de uma harpa por v\u00e1rias linguagens musicais, ora l\u00edricas ora desconcertantes, e pelos interst\u00edcios de poemas de Miguel Martins e Raquel Nobre Guerra. Com a participa\u00e7\u00e3o especial da harpista Ana Isabel Dias.<\/p>\n\n\n\n<p>Proposta de Miguel Martins inserida na programa\u00e7\u00e3o de curadorias do MAP, entregues a artistas intimamente ligados \u00e0 palavra. O que se pretende \u00e9 permitir que os convidados possam apresentar conte\u00fados que embora multidisciplinares sejam unidos pela for\u00e7a da palavra. Isto quer dizer performance, tert\u00falias ou conversas numa abordagem que se pretende criativa e sedutora.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Raquel Nobre Guerra<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Raquel Nobre Guerra \u00e9 licenciada e mestre em Filosofia, ex-bolseira da Funda\u00e7\u00e3o para a Ci\u00eancia e Tecnologia, para o doutoramento na Universidade de Lisboa, n\u00e3o concluiu a tese. Foi professora de Filosofia, faz tradu\u00e7\u00f5es pontuais. Publicou Groto Sato (2012), Primeira Obra do pen Clube Portugu\u00eas, e Pr\u00e9mios Novos Culturgest; sms de Amor e \u00d3dio (2013); Sauda\u00e7\u00e3o a \u00c1lvaro de Campos (plaquete 2014); e Senhor Roubado (2016), semifinalista do Pr\u00e9mio Oceanos em 2017, ano em que lhe foi-lhe atribu\u00edda a bolsa de cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria da dglab. O seu trabalho est\u00e1 publicado na Alemanha, Brasil, Col\u00f4mbia, Gr\u00e9cia e M\u00e9xico. Vive entre Lisboa e o Alentejo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ana Isabel Dias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nasceu em Lisboa em 1980. Desde cedo come\u00e7ou o seu percurso musical estudando piano, guitarra e acorde\u00e3o. Aos 18 anos inicia os estudos no Conservat\u00f3rio Nacional de M\u00fasica de Lisboa na classe de harpa da Prof\u00aa Clotilde Rosa, tendo terminado o 8\u00ba grau de harpa com 18 valores na classe da professora Andreia Marques. Mestrado em Ci\u00eancias Musicais, Etnomusicologia. Colabora frequentemente com a Orquestra Sinf\u00f3nica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian, Orquestra da Madeira e Orquestra Ut\u00f3pica. Leccionou no Conservat\u00f3rio Metropolitano de M\u00fasica de Lisboa. \u00c9 licenciada em L\u00ednguas e Literaturas Modernas. Tocou e gravou com o grupo Madredeus, entre 2007 e 2009. No \u00e2mbito da improvisa\u00e7\u00e3o\/free jazz, gravou dois discos com o colectivo A Favola da Medusa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Miguel Martins<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Como escritor, publicou mais de trinta livros, entre poesia, prosa e ensaio. Alguns destaques: Jazz e Literatura (Campo das Letras, 1998), Cirrose (Fenda, 2003), L\u00e9rias (Averno, 2011), Cot\u00e3o (&amp; etc, 2014), pince-nez (Zazie, Brasil, 2016), S\u00e3o Miguel da Desorienta\u00e7\u00e3o (Macondo, Brasil, 2020), Ferro em Brasa (com Filipe Homem Fonseca (Ant\u00edgona, 2021). Os seus poemas est\u00e3o editados nos seguintes pa\u00edses: Brasil, S\u00e9rvia, Espanha, It\u00e1lia, Alemanha, Bulg\u00e1ria, M\u00e9xico, Cabo Verde, Inglaterra, Est\u00f3nia, Esc\u00f3cia, Uruguai e Eslov\u00e9nia. Como tradutor, tem tamb\u00e9m mais de trinta livros editados, com destaque para obras de Cioran, Poe, Henry Roth, Lorca, Fr\u00e9d\u00e9ric Gros, Rabelais, E. M. Forster, Aminata Sow Fall, Terry Eagleton, Eric Knight, Alfred Jarry, John Mateer, Luigi Russolo ou Foucault, entre muitos outros. \u00c9 membro do Conselho Editorial da revista G\u00e2ndara, da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro. Colabora na revista Col\u00f3quio\/Letras, da Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, desde 2009. Foi, por duas vezes, bolseiro do Centro Nacional de Cultura, onde leccionou e de cujo Conselho das Artes \u00e9 membro. Como letrista de can\u00e7\u00f5es, foi autor de temas gravados por Ant\u00f3nio Victorino d\u2019Almeida, Ricardo Ribeiro, Cuca Roseta, Marco Rodrigues, Jo\u00e3o Paulo Esteves da Silva, Fernando Alvim, Ciganos D\u2019Ouro e Carla Pires. Como m\u00fasico de improvisa\u00e7\u00e3o\/free jazz, editou os CDs Dada Dandy: A Favola da Medusa featuring George Haslam (Slam Records, Inglaterra, 2014) e Herbarium: A Favola da Medusa (A Palavra, 2021). Organizou tamb\u00e9m centenas de concertos de jazz e m\u00fasica improvisada, para al\u00e9m do Cape Verde Development 1st International Jazz Festival (Ilha do Sal, 2007) e das Noites de Jazz \/ Poesia (Casa Fernando Pessoa, 2020, 2021 e 2022).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com curadoria de Miguel Martins. A viagem labir\u00edntica de uma harpa por v\u00e1rias linguagens musicais, ora l\u00edricas ora desconcertantes, e pelos interst\u00edcios de poemas de Miguel Martins e Raquel Nobre Guerra. Com a participa\u00e7\u00e3o especial da harpista Ana Isabel Dias. 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